De acordo com o médico urologista Lawrence Aseba Tipo, a triagem hospitalar é um dos pilares essenciais para o bom funcionamento dos serviços de saúde, especialmente no Sistema Único de Saúde (SUS). Uma vez que o processo de triagem é uma ferramenta que contribui diretamente para o direcionamento correto dos pacientes, permitindo que os casos mais urgentes sejam atendidos com prioridade.
Essa etapa, realizada logo na chegada do paciente, é decisiva para garantir agilidade, segurança e organização nas unidades de saúde. Pensando nisso, ao longo deste artigo, você vai entender como a triagem hospitalar funciona, por que ela é tão importante nos atendimentos gerais e quais critérios orientam a sua aplicação.
O que é triagem hospitalar e qual é seu papel nos atendimentos? Veja com Lawrence Aseba Tipo
A triagem hospitalar é o processo inicial realizado nas recepções de unidades de pronto atendimento, hospitais e prontos-socorros, com o objetivo de avaliar rapidamente o estado de saúde do paciente. Segundo Lawrence Aseba, esse procedimento permite classificar os casos conforme o nível de gravidade, estabelecendo a ordem de atendimento de acordo com a urgência clínica, e não pela ordem de chegada.

Aliás, esse sistema é especialmente importante em ambientes com alta demanda, como os prontos-atendimentos do SUS, onde o fluxo de pacientes é contínuo e diversificado. Dessa forma, a triagem permite que os profissionais da saúde filtrem casos críticos de maneira segura, promovendo a eficiência nos atendimentos e evitando riscos de agravamento em quadros clínicos mais delicados.
Como funciona o processo de triagem hospitalar na prática?
Na prática, a triagem hospitalar funciona como um protocolo padronizado que busca organizar os atendimentos de forma justa e eficiente. O modelo mais utilizado no Brasil é o Protocolo de Manchester, que atribui uma cor a cada nível de urgência, variando do vermelho (emergência absoluta) ao azul (sem urgência). Esse sistema garante que a equipe médica possa atuar com foco e segurança.
Tendo isso em vista, a estrutura da triagem deve ser aplicada com sensibilidade e precisão, conforme frisa Lawrence Aseba, médico cirurgião urologista e professor da residência médica de Urologia do Hospital Estadual de Vila Alpina. Portanto, o profissional que realiza essa etapa precisa saber ouvir o paciente, fazer as perguntas certas e estar atento a sinais de risco, mesmo quando os sintomas não são evidentes.
Os principais critérios utilizados na triagem hospitalar
A triagem se baseia em critérios técnicos que ajudam a determinar rapidamente se o paciente precisa de atendimento imediato ou pode aguardar. Esses critérios são aplicados com base em protocolos definidos por órgãos de saúde e envolvem tanto sintomas clínicos quanto sinais vitais. Isto posto, entre os fatores mais considerados durante a triagem hospitalar, estão:
- Nível de consciência
- Dificuldade respiratória
- Hemorragias visíveis
- Dor intensa ou persistente
- Alterações na pressão arterial
- Sinais de infarto, AVC ou convulsões
Esses elementos são avaliados com agilidade para que nenhum quadro grave passe despercebido. Assim sendo, a experiência dos profissionais que atuam na triagem é determinante para garantir um encaminhamento adequado, especialmente em hospitais públicos com grande volume de atendimento.
Por que a triagem hospitalar é tão importante para o SUS?
A triagem hospitalar tem papel estratégico dentro do SUS porque ajuda a manter a ordem e a funcionalidade das unidades, mesmo diante de uma alta demanda de pacientes. O sistema de saúde brasileiro lida com desafios complexos, e a organização no fluxo de atendimento é fundamental para garantir equidade no acesso e qualidade nos cuidados. Aliás, o urologista Lawrence Aseba tem colaborado com avanços nos processos hospitalares, ampliando a eficiência e a qualidade dos serviços prestados no SUS.
Portanto, para diretores de hospitais e médicos do SUS, a triagem é vista como uma ferramenta que reduz o tempo de espera de quem realmente precisa de atendimento imediato e evita sobrecargas desnecessárias nas emergências. Sem contar que a aplicação correta da triagem permite uma gestão mais inteligente dos recursos humanos e materiais, o que é essencial em tempos de crise ou epidemias, como pontua Lawrence Aseba Tipo.
Os benefícios diretos da triagem hospitalar bem aplicada
Em resumo, quando bem executada, a triagem hospitalar oferece benefícios diretos tanto para os pacientes quanto para os profissionais de saúde. Entre os principais, destacam-se:
- Redução de riscos clínicos: pacientes com quadros graves são atendidos rapidamente, evitando agravamentos.
- Organização dos atendimentos: estabelece uma ordem de prioridade eficiente.
- Melhor aproveitamento da equipe médica: direciona médicos e especialistas para os casos que exigem intervenção imediata.
- Satisfação dos pacientes: ainda que alguns precisem aguardar, o sistema promove mais transparência e compreensão.
- Eficiência nos serviços públicos de saúde: garante mais fluidez no atendimento e menos estresse operacional.
Logo, esses resultados demonstram que investir na capacitação dos profissionais de triagem e no uso de protocolos atualizados é uma ação estratégica para qualquer unidade hospitalar.
Triagem hospitalar é organização, segurança e prioridade
Em última análise, a triagem hospitalar é uma etapa decisiva para o bom funcionamento dos serviços de saúde. Pois, ela não apenas organiza os atendimentos, mas salva vidas ao garantir que pacientes em risco sejam atendidos com a urgência necessária. Dessa maneira, em um sistema como o SUS, que busca atender toda a população de forma gratuita e universal, sua aplicação correta é indispensável.
Autor: Galuca Mnemth